A minha militância em movimentos sociais mistos
concomitantemente com meus estudos sobre feminismo me deixavam em uma situação
de dupla militância. Adicionava-se a estas uma terceira, quando o movimento ou o espaço não levava
a temática de juventude, por eu estar encaixada dentro dessa faixa etária.
Quando vim estudar na Europa, descobri a existência da palavra imigrante, e aos
pouco fui me identificando profundamente com ela, sobre os efeitos de suas consequências nestas terras. Outra
luta incorporada! Talvez sobre o feito de me tornar imigrante se intensificou a minha identidade enquanto latina e do sul.
O meu corpo, a minha cor, o meu jeito de andar,
de falar, de fazer e de pensar revelam a minha história.
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