sábado, 25 de julho de 2009

Se chama saudade

11 de julho de 2008 será um dia inesquecível Não pelas coisas boas que ocorreram, infelismente. Ele será lembrado pela tristeza que é dizer adeus. É a minha primeira vez. Esta sendo difícil, tenho que reconhecer Isso porque estou longe Fico pensando nos que estão perto Nos que estavam lá, vendo tudo aquilo Nos que tentaram e não conseguiram retirar todos Que bom seria estar lá para confortar os mais precisados A distância da impressão de impossibilidade Acredito que as energias podem ultrapassar essa dificuldade Talvez possam até chegar mais mornas, meio cansadas... Mas dão um reforço para sustentar os corpos que precisam de forças para dar continuidade a luta O tempo vai passando Lento O corpo cansa A memória trabalha arduamente Passam fleches, como em cenas de filmes Lembro bem do sorriso, do jeito calado, da forma apaixonada como falava das coisas que desenvolvia, pensava, acreditava e sonhava. Contagiava! As lembranças fazem o sorriso reaparecer Acho que ele ainda contagia!

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